2017

Sobre começar de novo (ou... sobre o padrão da fuga)

Hoje estava lendo um post da Flávia Melissa em que ela dizia, entre outras coisas, que “Você pode respirar fundo e tentar de novo”. Por algum motivo isso bateu fundo e me fez parar pra pensar. Nem lembro do assunto principal do texto, essa foi a única frase que ficou martelando na minha cabeça. Foi como se eu estivesse obtendo permissão ou sendo absolvida por terceiros por todas as vezes

O que fazer pra se destacar e ser alguém bem acima da média? (APENAS UMA COISA!)

Hoje estou iniciando minha terceira semana de volta ao Brasil. Durante as primeiras duas, decidi não fazer nada. Passei a maior parte do tempo com minha família, curtindo a criançada, lendo, pesquisando coisas pelas quais me interesso ou estou começando a me interessar. De boa, na paz, sem pressa. Fiz isso na verdade seguindo o conselho do Henrique, porque eu sou uma pessoa que tenho muitos problemas (ainda) pra lidar

6 Anos de Vida na Nova Zelândia: o que está errado

Essa semana fez 6 anos desde que vim morar aqui. Seis anos de vida na Nova Zelândia! Caraca, nem dá pra acreditar… Às vezes parece que faz mais, às vezes parece que foi ontem… Fiquei meio nostálgica e comecei, lá na página do Crise dos 30 no Facebook, uma série de postagens para relembrar todo esse tempo que tenho vivido aqui: uma foto por dia, por seis semanas, em homenagem

Sobre a necessidade - ou não – de se encaixar

Depois que publiquei o post sobre não se encaixar, recebi alguns comentários via Facebook, mensagens privadas e e-mail, de pessoas me dizendo o quanto gostaram do texto, que compartilham da mesma opinião ou que vivem algo parecido. E muita gente dizendo tudo isso, mas também questionando a real necessidade de se encaixar, dizendo que não devemos nos encaixar em nada, que temos é que cada vez mais buscar sermos nós

Sobre não se encaixar

Eu sempre fui muito conversadeira. Na adolescência tinha grupos de amigos com os quais tinha muito em comum, e passar horas batendo papo e jogando conversa fora nunca foi um problema: faltava tempo e sobrava assunto. Era uma época em que eu, sem dúvida, sentia que me encaixava. Eu pensava como as pessoas que me rodiavam, e as pessoas que me rodiavam pensavam como eu. Sei que estou longe de ser

Dois anos depois... E a vida? Como tá?

Sinto raiva. Sinto raiva porque estou há mais de uma semana tentando escrever um texto interessante que conte o que aconteceu na minha vida nesses últimos dois anos desde que coloquei o Crise dos 30 no ar, e não consigo. Já escrevi dois textos diferentes, e odiei os dois. Mexi e remexi nas ideias, nos parágrafos, na pontuação, e nada! Nada funciona. Fico frustrada porque sei que a culpa é