Os 30, a Carreira & A Carteira

Carreira e Dinheiro: Escolha a opção correta:

Se trabalho fosse bom…

       1) …não se chamaria trabalho;

 

       2) …não me pagariam pra fazer;

 

       3) …eu pagaria pra trabalhar;

 

       4) …não se chamaria trabalho, mas sim, churrasco!

A eterna desilusão do ser humano com o trabalho, o “Faça o que você ama”, o empreendedorismo vendido como solução dos problemas do cidadão do século XXI, a era do trabalho pela internet e do nomadismo digital, a síndrome da musiquinha do Fantástico anunciando o final do domingo, a vontade de ficar na cama. Um brinde a todos que colocam o celular pra despertar 30 minutos antes do horário só pra apertar o soneca umas 6 vezes antes de finalmente criar coragem de levantar! (Eu sei que eu não sou a única a fazer isso…)

O trabalho dos sonhos existe? É possível amar as segundas-feiras? Afinal, a gente trabalha pra quê?

“Pra ganhar dinheiro, oras!”

– Mas pra que você precisa de dinheiro?

“Ué, todo mundo precisa de dinheiro!”

– Mas pra que VOCÊ precisa de dinheiro? Quanto dinheiro é dinheiro suficiente?

A gente chega aos 30 já cansado e aí percebe que tem mais uns 35 anos (no mínimo!) de trabalho pela frente. É essa a vida que a gente quer viver? Existe alguma alternativa ou o negócio é abaixar a cabeça e se conformar? Vixi… é muito assunto pra pouco post!

Dois anos depois... E a vida? Como tá?

Sinto raiva. Sinto raiva porque estou há mais de uma semana tentando escrever um texto interessante que conte o que aconteceu na minha vida nesses últimos dois anos desde que coloquei o Crise dos 30 no ar, e não consigo. Já escrevi dois textos diferentes, e odiei os dois. Mexi e remexi nas ideias, nos parágrafos, na pontuação, e nada! Nada funciona. Fico frustrada porque sei que a culpa é

Falar inglês é mesmo essencial?

Uns meses atrás eu tava indo pro trabalho e vi um casal de mochileiros na avenida, caminhando com suas imensas mochilas nas costas e um ‘pacotinho’ na frente: um bebê, que o homem carregava. Na mesma hora falei pro Henrique: “Olha aí, tem gente provando que é possível rodar o mundo com um bebê a tira colo…” Não que se eu tivesse um filho eu faria a mesma coisa (provavelmente

Eu, Caroline S., 31 anos, cansada e desiludida (e sem saber o que fazer da vida)

Nem adianta falar que não lembra… Tudo bem que o livro (na versão em português) e o filme são do início dos anos 80, mas se você era uma criança meio precoce – como eu – certamente se lembra do “Eu, Christiane F., drogada e prostituída” e entendeu meu trocadilho… Se não entendeu, tudo bem, vamos pular essa parte… A real é que resolvi escrever esse post rapidinho, só pra