Quem Escreve

Crise dos 30 - Quem escreve

“Formada em Turismo pela Universidade Metodista de São Paulo aos 21 anos, casou-se aos 23, se separou aos 25, se mudou pra Nova Zelândia aos 26, conseguiu um emprego na sua aérea de atuação aos 27, virou gerente 3 meses depois e pediu demissão no auge da carreira. Nesse momento está em sua casa, em Auckland, olhando o quintal do vizinho pela janela e tentando descobrir o que fazer da vida…”

Prazer, eu sou a Carol, e essa é a minha vida em um parágrafo.

 

Carol Sales

(Pelo menos foi assim que eu me defini quando coloquei o Crise dos 30 no ar, em junho de 2015).

Brincadeiras à parte, preciso ainda assim admitir que adoro contar a história da minha vida nesse resumão, pois a maioria das pessoas arregala os olhos, me olha com uma cara assustada e fica tentando desvendar se é mesmo verdade ou se eu tô de brincadeira. Afinal, não é possível que alguém com essa carinha de menina já tenha vivido isso tudo em tão pouco tempo (bem, nem tão pouco tempo assim…  nasci em 85, então faça as contas aí mas, por favor, evite falar a palavra ‘trinta’ em voz alta!).

Se tivesse que me definir em poucas palavras, diria que sou uma sonhadora em tempo integral, alguém que está sempre reinventando seus sonhos e faz de seus constantes novos projetos seu norte, sua motivação e seu combustível, o que dá algum sentido a essa jornada louca que é viver.

Não sou super chegada em astrologia, mas acredito que o fato de ser pisciana com ascendente em Áries pode explicar muito da minha personalidade e de tantos conflitos internos (se tiver algum astrólogo lendo isso, por favor, me dê um alô!).

Só sei que foi provavelmente aprendendo a jogar War, quando tinha uns 10 anos, que achei que seria uma boa ideia definir minha missão na vida como conquistar o mundo (pro desespero dos meus pais!). Claro que naquela época eu não fazia ideia, mas hoje vejo que foi ali que surgiu minha paixão por mapas, viagens, geografia, diferentes povos e suas diferentes culturas. Quando começo a falar das algumas viagens que fiz e das muitas que pretendo fazer, fico chata. O assunto não acaba, tem que ter muita paciência pra conversar comigo sobre isso, eu sei… (Sorte sua que esse não é um blog estritamente de viagens… ZzZzZzzz)

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Mas o jogo da vez é diferente, ele se chama Criar a vida que eu decidi que quero viver!. O sonho de conquistar o mundo amadureceu e agora, muito mais do que apenas carimbos no passaporte, estou empenhada em ter um estilo de vida que faça sentido pra mim. Talvez seja a aproximação dos 3.0, não sei, mas de uns anos pra cá tenho visto com muito mais clareza que o tempo tá passando e eu não estou nem perto de viver o estilo de vida que planejei (atualização: em 2016 isso já mudou bastante, viu? Mas o caminho ainda é longo…). Cansei de reclamar do trânsito, do trabalho, da falta de tempo e das segundas-feiras e, mais do que isso, cansei de esperar ganhar na Mega Sena e resolvi que precisava, eu mesma, fazer algo por mim.

Foi assim que começou o Crise dos 30, e a ideia original era simplesmente contar meu dia-a-dia depois que tomei coragem de pedir demissão do meu emprego pra dar uma pausa na loucura – e dar uma bela recalculada na rota, como diria a Alana Trauczynski.

Isso tudo começou em junho de 2015, e embora atualmente o blog tenha mudado bastante, você ainda pode ler meus posts daquela época e entender como tudo começou no link Desafio dos 222 dias, que está no menu principal aqui do blog, e também clicando em Relatos de Uma Inquieta nas tags da home page, certamente a melhor forma de entender um pouco mais sobre minha história e quais foram os meus caminhos pra chegar até aqui.

No entanto, hoje em dia tô mais a fim de escrever sobre vários interesses, não só meus, mas coisas que nós trintões temos em comum. Aqui no Crise dos 30 você vai encontrar desde desabafos e reflexões sobre carreira, família, dinheiro, relacionamentos (aquelas conversas básicas sobre o não sei caso ou compro uma bicicleta), até receitas que me arrisco a fazer na cozinha e, claro, um bate-papo sobre algumas das viagens que já tive a oportunidade de fazer.

Eu – e consequentemente, o blog também – temos mudado bastante ultimamente… Ainda assim, o básico do básico não mudou: eu continuo não tenho todas as respostas, mas nem por isso vou parar de fazer as perguntas!

Love,

Carol