Desafios

Sobre começar de novo (ou... sobre o padrão da fuga)

Hoje estava lendo um post da Flávia Melissa em que ela dizia, entre outras coisas, que “Você pode respirar fundo e tentar de novo”. Por algum motivo isso bateu fundo e me fez parar pra pensar. Nem lembro do assunto principal do texto, essa foi a única frase que ficou martelando na minha cabeça. Foi como se eu estivesse obtendo permissão ou sendo absolvida por terceiros por todas as vezes

O que fazer pra se destacar e ser alguém bem acima da média? (APENAS UMA COISA!)

Hoje estou iniciando minha terceira semana de volta ao Brasil. Durante as primeiras duas, decidi não fazer nada. Passei a maior parte do tempo com minha família, curtindo a criançada, lendo, pesquisando coisas pelas quais me interesso ou estou começando a me interessar. De boa, na paz, sem pressa. Fiz isso na verdade seguindo o conselho do Henrique, porque eu sou uma pessoa que tenho muitos problemas (ainda) pra lidar

6 Anos de Vida na Nova Zelândia: o que está errado

Essa semana fez 6 anos desde que vim morar aqui. Seis anos de vida na Nova Zelândia! Caraca, nem dá pra acreditar… Às vezes parece que faz mais, às vezes parece que foi ontem… Fiquei meio nostálgica e comecei, lá na página do Crise dos 30 no Facebook, uma série de postagens para relembrar todo esse tempo que tenho vivido aqui: uma foto por dia, por seis semanas, em homenagem

Falar inglês é mesmo essencial?

Uns meses atrás eu tava indo pro trabalho e vi um casal de mochileiros na avenida, caminhando com suas imensas mochilas nas costas e um ‘pacotinho’ na frente: um bebê, que o homem carregava. Na mesma hora falei pro Henrique: “Olha aí, tem gente provando que é possível rodar o mundo com um bebê a tira colo…” Não que se eu tivesse um filho eu faria a mesma coisa (provavelmente

236° DIA (QUE ERA PRA SER O 222°): O DESAFIO CHEGA AO FIM...

Não me pergunte o motivo de eu ter relutado tanto em escrever esse post. Minha consciência não saberia responder… Tá certo que desde que cheguei em Auckland, há exatos 16 dias, a correria foi insana e eu realmente não tive muito tempo ou cuca fresca pra escrever tudo o que eu queria, do jeito que eu queria. Acontece que, a essa altura do campeonato, eu não tenho mais coragem de

207° DIA: COMO SABER O QUE VAI ACONTECER EM 2016?

FELIZ 2016 PRA TODO MUNDO!!!!!!!!!!!!!! Tô de volta e, junto comigo, o Crise dos 30 também! Voltamos com força e pique total e estamos entrando com o pé direito em 2016! Espero, de coração, que você também esteja se sentindo assim: com planos e sonhos fresquinhos, prontos para serem realizados nesse novo ano que, sendo uma convenção inventada pelos homens ou não, sempre traz consigo a esperança e a motivação

188° DIA: UMA MENSAGEM DE NATAL (NO MAIS PURO JEITO COACH DE SER)

Enviei essa mensagem de Natal especialmente para meus coachees noite passada, mas não resisti: quis compartilhar com você leitor do Crise dos 30 também! *** 2015 foi um ano especial na minha vida. Cheio de altos e baixos, com mais dificuldades e obstáculos do que eu jamais poderia imaginar. Um ano marcado pela perda de muitas pessoas importantes na minha família, inclusive da minha querida avó, meses antes da minha

185° DIA: CAINDO DE NOVO NA ARMADILHA DE ODIAR AS SEGUNDAS-FEIRAS

Eu sei, eu sei… Fiquei o final de semana todo sem dar as caras por aqui. Sumir não era a intenção, mas passei os últimos dois dias me dedicando às crianças que vieram dormir em casa (elas dormiram, eu não! rsrs), aos almoços em família, aos encontros com os amigos. Depois de uma nova crise alérgica e do remedinho matador (aquele que me faz desmaiar por umas 12 horas seguidas),

182° MAIS UM MÊS E EU VOU EMBORA

Daqui 30 dias, a essa hora, eu estarei me despedindo das pessoas que mais amo. Estarei carregando as malas no carro e indo em direção ao aeroporto. Se fosse numa situação normal, eu teria acabado de chegar e 30 dias seria tudo o que eu teria pra ficar aqui. Sim, eu sei disso. Ainda assim, três meses me pareceu um tempo curto demais… Ainda falta um mês, mas já sinto um

181° DIA: VOCÊ ACREDITA SE EU TE DISSER QUE NÃO CUMPRI O ACORDO?

Terminei o post de ontem dizendo que não colocaria meu pijama sem antes vencer uma das minhas maiores inseguranças e fazer o que eu sabia que tinha que ser feito. Lembra disso? Pois é… Mas eu não cumpri o acordo que fiz. Não sei quanto a você, mas eu me sinto péssima quando isso acontece. Me sinto péssima porque me sinto fraca, boba e, acima de tudo, medrosa. E eu odeio