Determinação

Sobre não se encaixar

Eu sempre fui muito conversadeira. Na adolescência tinha grupos de amigos com os quais tinha muito em comum, e passar horas batendo papo e jogando conversa fora nunca foi um problema: faltava tempo e sobrava assunto. Era uma época em que eu, sem dúvida, sentia que me encaixava. Eu pensava como as pessoas que me rodiavam, e as pessoas que me rodiavam pensavam como eu. Sei que estou longe de ser

Falar inglês é mesmo essencial?

Uns meses atrás eu tava indo pro trabalho e vi um casal de mochileiros na avenida, caminhando com suas imensas mochilas nas costas e um ‘pacotinho’ na frente: um bebê, que o homem carregava. Na mesma hora falei pro Henrique: “Olha aí, tem gente provando que é possível rodar o mundo com um bebê a tira colo…” Não que se eu tivesse um filho eu faria a mesma coisa (provavelmente

Intercâmbio aos 30 – será que rola???

Sonhos de adolescência: Ser popular na escola; Namorar aquele menino super gato que parece nem olhar pra você ou notar que você existe; Ser a escolhida de um dos caras daquela boy band maravilhosa, que um dia vai pro Brasil, vai te conhecer, vai morrer de amores por você, te levar pros EUA, casar, ter muitos filhinhos e vocês serão felizes pra sempre; Ter o cabelo lindo e brilhoso igual

236° DIA (QUE ERA PRA SER O 222°): O DESAFIO CHEGA AO FIM...

Não me pergunte o motivo de eu ter relutado tanto em escrever esse post. Minha consciência não saberia responder… Tá certo que desde que cheguei em Auckland, há exatos 16 dias, a correria foi insana e eu realmente não tive muito tempo ou cuca fresca pra escrever tudo o que eu queria, do jeito que eu queria. Acontece que, a essa altura do campeonato, eu não tenho mais coragem de

186° DIA: A DECISÃO QUE TOMEI E QUE MUDOU O RUMO DOS ÚLTIMOS DOIS MESES

Hoje uma das minhas coachees me perguntou: “Como é que você faz pra controlar a ansiedade da volta iminente pra Nova Zelândia? Se você não tem nem casa pra onde voltar, como é que você faz pra lidar com isso enquanto ainda está aqui?” Eu não precisei pensar pra responder. Essa é uma resposta que eu já precisei dar pra mim mesma meses atrás… Foi uma decisão consciente. Eu decidi,

181° DIA: VOCÊ ACREDITA SE EU TE DISSER QUE NÃO CUMPRI O ACORDO?

Terminei o post de ontem dizendo que não colocaria meu pijama sem antes vencer uma das minhas maiores inseguranças e fazer o que eu sabia que tinha que ser feito. Lembra disso? Pois é… Mas eu não cumpri o acordo que fiz. Não sei quanto a você, mas eu me sinto péssima quando isso acontece. Me sinto péssima porque me sinto fraca, boba e, acima de tudo, medrosa. E eu odeio

177º DIA: DETERMINAÇÃO OU TEIMOSIA?

“Você pode ver que em todas as jornadas dos heróis (em filmes, contos, romances…) existe uma decisão, um caminho difícil, várias emboscadas, muito medo, em vários momentos vontade de desistir. Os problemas não param de chegar, e aquela primeira decisão já começa a parecer uma tremenda burrice. Noventa e nove por cento das pessoas desistem aí. Mas, para aquelas que persistem, o caminho começa a se abrir rapidamente e a

174° DIA: QUE HISTÓRIAS VOCÊ QUER CONTAR?

Hoje é dia 10 de dezembro. Faltam exatas 3 semanas para o final do ano. 21 dias. Apenas mais 21 dias e 2015 terá ficado pra trás, terá virado história. Nessa época do ano, a maioria de nós fica pensativo, relembrando as conquistas e dificuldades dos últimos 12 meses, reconsiderando tudo. Imagino que esse período já tenha chegado pra você, assim como já chegou pra mim. Então quero te fazer

171° DIA: O MEU DIÁRIO DE FEEDBACKS

“Quando decidi concorrer a vaga para ter as sessões de coaching, tive aquele preconceito que muitos tem: será que dá certo mesmo? E hoje, depois de apenas três sessões, eu já vejo uma grande diferença e aos poucos venho descobrindo do que a SAMANTA realmente gosta e o que ela quer pra vida dela.” – Samanta Ribeiro Quando comecei a minha formação em coaching pela Worklife Solutions, lá na Nova Zelândia,

123° DIA: QUAL A FOTOGRAFIA DA SUA VIDA?

Ontem, durante a retomada da minha rotina de estudos, ouvi do Gerônimo Theml uma metáfora que achei bastante interessante. “Quando montamos um quebra-cabeça, geralmente começamos com as pecinhas das pontas, montando a moldura, porque dessa forma fica mais fácil de completar o restante. No entanto, se quisermos ter sucesso com esse quebra-cabeça, o ideal é que tenhamos do nosso lado a fotografia da imagem que estamos tentando montar. Sabendo exatamente