Lembranças

6 Anos de Vida na Nova Zelândia: o que está errado

Essa semana fez 6 anos desde que vim morar aqui. Seis anos de vida na Nova Zelândia! Caraca, nem dá pra acreditar… Às vezes parece que faz mais, às vezes parece que foi ontem… Fiquei meio nostálgica e comecei, lá na página do Crise dos 30 no Facebook, uma série de postagens para relembrar todo esse tempo que tenho vivido aqui: uma foto por dia, por seis semanas, em homenagem

6 coisas que aprendi viajando por 6 continentes

Quem me conhece pelo menos um pouquinho, seja pessoalmente ou aqui mesmo pelo blog, sabe que uma das maiores prioridades que tenho na vida é siricutiar por aí. Seja com uma mochila nas costas ou com uma surrada mala de rodinhas, meu grande prazer é dar umas voltinhas mundo afora; tanto que, atualmente, quando me perguntam o que eu faço da vida, tenho começado a responder: “Eu trabalho pra juntar

130° DIA: MEU PRIMEIRO ASSÉDIO

“Eu tinha uns 15 anos de idade. Lembro disso porque sei que morava no Irajá, um bairro em São Bernardo do Campo, e estava dentro do ônibus, num final de tarde, voltando pra casa. O ônibus estava lotado, no maior estilo lata de sardinha mesmo, sem espaço pra dar um passo. Tinha um cara do meu lado. Naquele aperto dentro do ônibus, eu nem desconfiei quando ele virou de frente

127° DIA: UM GOSTINHO DA MINHA ANTIGA VIDA

Ontem fui pra Paulista encontrar uma amiga para um almoço. Eu precisava estar lá às 14h, então saí de casa antes antes das 12h30. Caminhei até o ponto de tróleibus, sofri um pouco para encontrar um lugar que vendesse o bilhete, fui até o Jabaquara, de lá peguei o metrô até a estação Ana Rosa e fiz a conexão até o Trianon-Masp. Enquanto estava ainda na primeira parte da jornada,

109° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “AO INFINITO E ALÉM!”

Eu não poderia estar mais feliz comigo mesma do que eu estou hoje! Meses atrás, quando eu comecei a escrever o Relatos de Uma Inquieta (esse aqui foi o post onde falei pela primeira vez sobre essa ideia, você se lembra?), meu objetivo era colocar um pouco mais de ordem aqui no Crise dos 30 ao recapitular minha história e os momentos mais marcantes dela, para que quem não me

108° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “A TEMPESTADE E O MOMENTO PRESENTE”

Eu lembro como se fosse hoje o dia em que o Henrique me ligou dizendo que o bar tinha cancelado uma das gigs permanentes dele. Naquela época, foi apenas um susto, porque na verdade o que aconteceu foi apenas que ele deixou de tocar às quartas-feiras, mas voltou a tocar aos sábados, então não afetou em nada nosso orçamento. No entanto, aquele foi o primeiro sinal de que as coisas

106° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DA GRANA”

Quando eu pedi demissão do meu emprego, em maio de 2015, minha maior preocupação era a grana. Eu tinha medo de estar tomando uma decisão mal planejada e de acabar ficando sem dinheiro antes do previsto – ainda mais depois que investi uma grana alta na minha formação em coaching, algo que não estava incluso no planejamento inicial. A decisão foi tomada lá atrás, ainda em março, contando com o

105° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “COACHING DÁ DINHEIRO FÁCIL?”

Eu comecei a fazer o meu curso de Fundamentos de Coaching online e simplesmente amei! A cada módulo que eu completava eu me sentia mais e mais conectada com a filosofia e metodologia do coaching, e aquele sentimento de “eu sempre fui coach, mas não sabia” foi se tornando cada vez mais forte em mim. Como em qualquer caso de transição – ou mesmo de primeira escolha – de carreira,

104° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “UM BLOG, VÁRIOS TEXTOS E MUITO, MAS MUITO MEDO”

Ter colocado o Crise dos 30 no ar foi a melhor coisa que eu poderia ter feito, em vários aspectos da minha vida. Foi incrível como eu, a maior topeira do mundo com relação à tecnologia e modernidades (pra você ter uma ideia, eu não sei usar Whatsapp direito, não sei colocar o meu e-mail novo no iPhone e não faço ideia de como funciona o tal Netflix – sim,

99° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “A CHEGADA DOS 30"

Que incrível é a sensação de fazer novas descobertas sobre si mesmo! Acho que, na minha escala particular de empolgação, ela está lado a lado com a alegria que sinto ao visitar um país ou uma cidade na qual nunca estive antes. Eu tinha acabado de fazer 30 anos e, até aquele dia, entrar na casa dos 3.0 era algo com o qual eu não lidava muito bem. Eu sempre