Lembranças

98° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “ENCONTRANDO A RESPOSTA EM UM LIVRO”

Os dias que se seguiram foram ainda piores do que os anteriores. Eu me sentia totalmente sem saída, numa tremenda enrascada. Já não sabia mais o que eu estava fazendo, e nem mesmo o porquê. Só sabia que meu corpo estava pagando o pato, e minha depressão estava se aproveitando da fragilidade da situação para tomar conta do pedaço. Se tem uma coisa que eu sempre amei fazer é ler.

97° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “VOLTANDO ATRÁS”

A notícia da minha demissão caiu como uma bomba na empresa. Como todo pequeno negócio, a empresa que eu trabalhava dependia enormemente de cada um dos funcionários. Cada um tinha uma função importante e muito bem estabelecida, e eu, sendo a gerente, claro que não ficava fora dessa. Foram várias as propostas que eles me fizeram para que eu ficasse, mas eu fui firme e resisti a todas elas. Até

96° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “PARALISADA PELO MEDO DE PEDIR DEMISSÃO”

Eita, vocês não vão acreditar o que eu fiz!!! Contei a história na ordem errada!!! rsrsrs O post de hoje do Relatos de Uma Inquieta tinha que ter sido escrito entre esse aqui e esse aqui. A questão é que antes de eu me descobrir coach, eu fiz uma coisa que é bastante importante de ser citada nessa narrativa toda: eu pedi demissão. Duas vezes. Do mesmo emprego. Eu estava

92° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “(RE)DESCOBRINDO NOVAS PAIXÕES”

Essa coisa do “faça o que você ama” pode mesmo ser muito ingrata. É engraçado como, naquela época, eu olhava para o Henrique e pensava: “Tão mais fácil ser alguém assim, com uma paixão tão bem definida. Ele é e sempre foi músico, é isso o que quer fazer da vida e pronto – se não for música, nada mais faz sentido”. Pra mim as coisas não são assim. Eu

90° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “PEDIR DEMISSÃO PRA FAZER O QUÊ?”

Àquela altura do campeonato eu já sabia duas coisas essenciais: Eu precisava criar um estilo de vida onde eu pudesse estar mais próxima da minha família, sem que isso necessariamente significasse voltar à São Paulo e encarar uma rotina que eu sabia que não queria mais; Eu jamais poderia fazer isso se continuasse no emprego que eu tinha. Eu amo trabalhar com Turismo, mas a verdade é que esse é

89° DIA: CARAMBA! JÁ FAZ DEZ ANOS!

Essa definitivamente tem sido uma semana de lindas lembranças e comemorações. Ontem comemorei seis meses desde que minha residência neozelandesa foi aprovada, e hoje faz exatamente dez anos desde que recebi o que foi talvez o e-mail mais emocionante da minha vida: o e-mail com a notícia de que eu tinha sido aprovada no processo seletivo para trabalhar na Disney. Mal dá pra acreditar que uma década já se passou

87° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “SERÁ MESMO POSSÍVEL TER O ESTILO DE VIDA DOS MEUS SONHOS?”

Foi ao me dedicar ao coaching que descobri algo importante sobre mim mesma, algo no qual eu nunca tinha parado pra pensar: quais eram os meus valores. Hoje, me parece incrível que eu tenha vivido 30 anos sem nunca me fazer uma simples pergunta: AFINAL DE CONTAS, O QUE É QUE EU MAIS VALORIZO NA VIDA? O QUE É QUE EU DEFINITIVAMENTE NÃO PODERIA VIVER SEM? Existem várias ferramentas de

84° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “E CADÊ A CORAGEM DE LARGAR O EMPREGO?"

A família foi embora e as semanas que se seguiram foram das mais angustiantes possíveis. Durante a estadia deles aqui eu coloquei o programa de coaching em stand by, pois não tinha condição nenhuma de me dedicar a isso em meio a uma programação intensa de final de ano – programação essa da qual tenho muito orgulho, inclusive! Graças aos meus conhecimentos sobre os destinos turísticos do país e a

81° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “PROGRAMA ESCOLHA SUA VIDA: UMA LUZ (AINDA QUE BEM FRAQUINHA) NO FIM DO TÚNEL”

Foi em novembro de 2014 que eu comecei a fazer o Programa Escolha Sua Vida (ou PESV), aquele programa de coaching do qual falei aqui. Posso dizer que essa foi a fase em que eu estava no pico (ou melhor, no fundo) da minha depressão. Importante dizer que, no meu caso, não era uma depressão clínica, mas sim o que eles chamam aqui de ‘depressão situacional’, ou seja, desencadeada por