Morar no Exterior

6 Anos de Vida na Nova Zelândia: o que está errado

Essa semana fez 6 anos desde que vim morar aqui. Seis anos de vida na Nova Zelândia! Caraca, nem dá pra acreditar… Às vezes parece que faz mais, às vezes parece que foi ontem… Fiquei meio nostálgica e comecei, lá na página do Crise dos 30 no Facebook, uma série de postagens para relembrar todo esse tempo que tenho vivido aqui: uma foto por dia, por seis semanas, em homenagem

Dois anos depois... E a vida? Como tá?

Sinto raiva. Sinto raiva porque estou há mais de uma semana tentando escrever um texto interessante que conte o que aconteceu na minha vida nesses últimos dois anos desde que coloquei o Crise dos 30 no ar, e não consigo. Já escrevi dois textos diferentes, e odiei os dois. Mexi e remexi nas ideias, nos parágrafos, na pontuação, e nada! Nada funciona. Fico frustrada porque sei que a culpa é

Falar inglês é mesmo essencial?

Uns meses atrás eu tava indo pro trabalho e vi um casal de mochileiros na avenida, caminhando com suas imensas mochilas nas costas e um ‘pacotinho’ na frente: um bebê, que o homem carregava. Na mesma hora falei pro Henrique: “Olha aí, tem gente provando que é possível rodar o mundo com um bebê a tira colo…” Não que se eu tivesse um filho eu faria a mesma coisa (provavelmente

Verão Nova Zelândia Cathedral Cove

Após mais de quatro anos vivendo em Auckland, na Nova Zelândia, posso dizer, sem a menor sombra de dúvidas, que o verão é a melhor época do ano para se estar aqui! Que o país é absolutamente maravilhoso, com belezas naturais de cair o queixo e com paisagens que vão desde lagos coloridos até picos nevados, todo mundo já sabe. Mas quando se fala em Nova Zelândia, a primeira imagem

236° DIA (QUE ERA PRA SER O 222°): O DESAFIO CHEGA AO FIM...

Não me pergunte o motivo de eu ter relutado tanto em escrever esse post. Minha consciência não saberia responder… Tá certo que desde que cheguei em Auckland, há exatos 16 dias, a correria foi insana e eu realmente não tive muito tempo ou cuca fresca pra escrever tudo o que eu queria, do jeito que eu queria. Acontece que, a essa altura do campeonato, eu não tenho mais coragem de

186° DIA: A DECISÃO QUE TOMEI E QUE MUDOU O RUMO DOS ÚLTIMOS DOIS MESES

Hoje uma das minhas coachees me perguntou: “Como é que você faz pra controlar a ansiedade da volta iminente pra Nova Zelândia? Se você não tem nem casa pra onde voltar, como é que você faz pra lidar com isso enquanto ainda está aqui?” Eu não precisei pensar pra responder. Essa é uma resposta que eu já precisei dar pra mim mesma meses atrás… Foi uma decisão consciente. Eu decidi,

182° MAIS UM MÊS E EU VOU EMBORA

Daqui 30 dias, a essa hora, eu estarei me despedindo das pessoas que mais amo. Estarei carregando as malas no carro e indo em direção ao aeroporto. Se fosse numa situação normal, eu teria acabado de chegar e 30 dias seria tudo o que eu teria pra ficar aqui. Sim, eu sei disso. Ainda assim, três meses me pareceu um tempo curto demais… Ainda falta um mês, mas já sinto um

168° DIA: VIVENDO A EXPERIÊNCIA DE SER NÔMADE DIGITAL

Quem me acompanha aqui no Crise dos 30 há algum tempo já deve ter me ouvido dizer que essa vida de nômade digital não é exatamente o que eu quero pra mim. Não tenho esse sonho de colocar o computador embaixo do braço e sair por aí, pipocando de cidade em cidade, país em país, sem paradeiro nem residência fixa. Claro que essa é imagem mais generalista que a gente faz

132° DIA: SAIU UM TEXTO MEU (INÉDITO) NO NÔMADES DIGITAIS!!!

Eu tô tão feliz!!! Tão feliz!!! Tão feliz!!! Saiu hoje um texto meu inédito na coluna Brasileiros Viajantes do site Nômades Digitais!!! Eu escrevi esse texto há pouco mais de um mês, especialmente para essa coluna. A proposta era escrever um texto obrigatoriamente em formato de lista, contanto algum aspecto interessante da sua experiência como viajante ou brasileiro morando no exterior. Eu particularmente achei que o texto ficou bem bacana,

108° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “A TEMPESTADE E O MOMENTO PRESENTE”

Eu lembro como se fosse hoje o dia em que o Henrique me ligou dizendo que o bar tinha cancelado uma das gigs permanentes dele. Naquela época, foi apenas um susto, porque na verdade o que aconteceu foi apenas que ele deixou de tocar às quartas-feiras, mas voltou a tocar aos sábados, então não afetou em nada nosso orçamento. No entanto, aquele foi o primeiro sinal de que as coisas