Novos Projetos

O que fazer pra se destacar e ser alguém bem acima da média? (APENAS UMA COISA!)

Hoje estou iniciando minha terceira semana de volta ao Brasil. Durante as primeiras duas, decidi não fazer nada. Passei a maior parte do tempo com minha família, curtindo a criançada, lendo, pesquisando coisas pelas quais me interesso ou estou começando a me interessar. De boa, na paz, sem pressa. Fiz isso na verdade seguindo o conselho do Henrique, porque eu sou uma pessoa que tenho muitos problemas (ainda) pra lidar

Sobre não se encaixar

Eu sempre fui muito conversadeira. Na adolescência tinha grupos de amigos com os quais tinha muito em comum, e passar horas batendo papo e jogando conversa fora nunca foi um problema: faltava tempo e sobrava assunto. Era uma época em que eu, sem dúvida, sentia que me encaixava. Eu pensava como as pessoas que me rodiavam, e as pessoas que me rodiavam pensavam como eu. Sei que estou longe de ser

Promessas de fim de ano – Será que eu cumpri alguma?

Gente, faltam 66 dias pra 2016 acabar! Sabe o quanto é isso? São apenas 9 segundas-feiras. NOVE!!! Alô, alô, 2016! Onde você foi parar? Parece que foi ontem que voltei do Brasil empurrando minha malinha e sem ideia nenhuma do que seria do meu ano. Estava cheia de dúvidas, incertezas, e super insegura do que seria principalmente da minha vida profissional (se você acompanhou o Crise dos 30 e o

236° DIA (QUE ERA PRA SER O 222°): O DESAFIO CHEGA AO FIM...

Não me pergunte o motivo de eu ter relutado tanto em escrever esse post. Minha consciência não saberia responder… Tá certo que desde que cheguei em Auckland, há exatos 16 dias, a correria foi insana e eu realmente não tive muito tempo ou cuca fresca pra escrever tudo o que eu queria, do jeito que eu queria. Acontece que, a essa altura do campeonato, eu não tenho mais coragem de

207° DIA: COMO SABER O QUE VAI ACONTECER EM 2016?

FELIZ 2016 PRA TODO MUNDO!!!!!!!!!!!!!! Tô de volta e, junto comigo, o Crise dos 30 também! Voltamos com força e pique total e estamos entrando com o pé direito em 2016! Espero, de coração, que você também esteja se sentindo assim: com planos e sonhos fresquinhos, prontos para serem realizados nesse novo ano que, sendo uma convenção inventada pelos homens ou não, sempre traz consigo a esperança e a motivação

187° DIA: A DIFERENÇA ENTRE PESSOAS BEM SUCEDIDAS E MAL SUCEDIDAS

Essa é uma pergunta que há tempos paira sobre minha mente: Afinal, qual é a diferença entre as pessoas bem sucedidas e as pessoas mal sucedidas? Se duas pessoas têm ideias parecidas, recursos similares e – por que não? – o mesmo empenho e determinação em fazer seus sonhos e objetivos se tornarem realidade, o que é que faz com elas tenham resultados diferentes uma da outra, ou até mesmo opostos?

186° DIA: A DECISÃO QUE TOMEI E QUE MUDOU O RUMO DOS ÚLTIMOS DOIS MESES

Hoje uma das minhas coachees me perguntou: “Como é que você faz pra controlar a ansiedade da volta iminente pra Nova Zelândia? Se você não tem nem casa pra onde voltar, como é que você faz pra lidar com isso enquanto ainda está aqui?” Eu não precisei pensar pra responder. Essa é uma resposta que eu já precisei dar pra mim mesma meses atrás… Foi uma decisão consciente. Eu decidi,

182° MAIS UM MÊS E EU VOU EMBORA

Daqui 30 dias, a essa hora, eu estarei me despedindo das pessoas que mais amo. Estarei carregando as malas no carro e indo em direção ao aeroporto. Se fosse numa situação normal, eu teria acabado de chegar e 30 dias seria tudo o que eu teria pra ficar aqui. Sim, eu sei disso. Ainda assim, três meses me pareceu um tempo curto demais… Ainda falta um mês, mas já sinto um

180° DIA: VOCÊ SABIA QUE EU SOU INSEGURA?

Já perdi as contas de quantas pessoas me disseram (ou ainda me dizem) frases do tipo: “Tudo o que você quer, você consegue” ou “Eu queria ter a mesma coragem e determinação que você” ou “Admiro sua autoconfiança e vontade de correr atrás dos seus sonhos, de fazer acontecer”. E eu não ouço isso apenas de amigos e família, não. De junho pra cá, tenho ouvido também dos leitores aqui

178° DIA: UM OUTRO OLHAR SOBRE NOMADISMO DIGITAL

Cheguei do Rio Grande do Sul hoje, depois de 10 dias visitando a família do meu namorado. (Plim plim aqui, porque, ao que tudo indica, já recebemos um upgrade geral: depois do pastor da igreja onde nasci e fui criada ter usado o termo “seu marido” de cima do púlpito para se referir ao Henrique, ele mesmo já começou a me apresentar pras pessoas como “minha esposa”… rsrs) Tirando alguns