Relatos de Uma Inquieta

96° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “PARALISADA PELO MEDO DE PEDIR DEMISSÃO”

Eita, vocês não vão acreditar o que eu fiz!!! Contei a história na ordem errada!!! rsrsrs O post de hoje do Relatos de Uma Inquieta tinha que ter sido escrito entre esse aqui e esse aqui. A questão é que antes de eu me descobrir coach, eu fiz uma coisa que é bastante importante de ser citada nessa narrativa toda: eu pedi demissão. Duas vezes. Do mesmo emprego. Eu estava

92° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “(RE)DESCOBRINDO NOVAS PAIXÕES”

Essa coisa do “faça o que você ama” pode mesmo ser muito ingrata. É engraçado como, naquela época, eu olhava para o Henrique e pensava: “Tão mais fácil ser alguém assim, com uma paixão tão bem definida. Ele é e sempre foi músico, é isso o que quer fazer da vida e pronto – se não for música, nada mais faz sentido”. Pra mim as coisas não são assim. Eu

90° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “PEDIR DEMISSÃO PRA FAZER O QUÊ?”

Àquela altura do campeonato eu já sabia duas coisas essenciais: Eu precisava criar um estilo de vida onde eu pudesse estar mais próxima da minha família, sem que isso necessariamente significasse voltar à São Paulo e encarar uma rotina que eu sabia que não queria mais; Eu jamais poderia fazer isso se continuasse no emprego que eu tinha. Eu amo trabalhar com Turismo, mas a verdade é que esse é

87° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “SERÁ MESMO POSSÍVEL TER O ESTILO DE VIDA DOS MEUS SONHOS?”

Foi ao me dedicar ao coaching que descobri algo importante sobre mim mesma, algo no qual eu nunca tinha parado pra pensar: quais eram os meus valores. Hoje, me parece incrível que eu tenha vivido 30 anos sem nunca me fazer uma simples pergunta: AFINAL DE CONTAS, O QUE É QUE EU MAIS VALORIZO NA VIDA? O QUE É QUE EU DEFINITIVAMENTE NÃO PODERIA VIVER SEM? Existem várias ferramentas de

84° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “E CADÊ A CORAGEM DE LARGAR O EMPREGO?"

A família foi embora e as semanas que se seguiram foram das mais angustiantes possíveis. Durante a estadia deles aqui eu coloquei o programa de coaching em stand by, pois não tinha condição nenhuma de me dedicar a isso em meio a uma programação intensa de final de ano – programação essa da qual tenho muito orgulho, inclusive! Graças aos meus conhecimentos sobre os destinos turísticos do país e a

81° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “PROGRAMA ESCOLHA SUA VIDA: UMA LUZ (AINDA QUE BEM FRAQUINHA) NO FIM DO TÚNEL”

Foi em novembro de 2014 que eu comecei a fazer o Programa Escolha Sua Vida (ou PESV), aquele programa de coaching do qual falei aqui. Posso dizer que essa foi a fase em que eu estava no pico (ou melhor, no fundo) da minha depressão. Importante dizer que, no meu caso, não era uma depressão clínica, mas sim o que eles chamam aqui de ‘depressão situacional’, ou seja, desencadeada por

77° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA - “É DEPRESSÃO?”

Eu passei pelo menos três meses tentando, sozinha, me conhecer melhor. Foi nessa época que eu comecei a ler sites sobre desenvolvimento pessoal e, através do site Nômades Digitais, conheci o trabalho da Alana Trauczynski, da Juliana Garcia, do Bruno e da Larissa com o projeto Moporã e da Paula Abreu. Eu passei a ler ainda mais do que já leio normalmente, e a internet é uma mãe nessas horas:

75° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “LARGAR TUDO OU NÃO LARGAR, EIS A QUESTÃO”

Quando me veio à cabeça a ideia de jogar tudo pro alto (mais uma vez!) e fazer um mochilão, eu tinha certeza que essa era não apenas a melhor, mas a única solução para todos os meus problemas. Comecei a pesquisar freneticamente histórias de quem já havia feito o mesmo, devorei blogs e mais blogs escritos por viajantes que contam detalhes de gastos, acomodação e itinerários, e criei dezenas de

74° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “SERÁ QUE O PROBLEMA SOU EU?”

O processo de identificar que eu tinha trazido a “minha São Paulo” pro outro lado do mundo não foi assim tão simples. Eu estava completamente esgotada emocionalmente e o trabalho estava consumindo tudo, absolutamente tudo o que eu tinha para oferecer. Para os amigos, pro namorado, pra família, sobrava apenas o resto, só o farelo da Carolzinha. “O que é que tem de errado com o mundo?” – Eu me