Temporada no Brasil

127° DIA: UM GOSTINHO DA MINHA ANTIGA VIDA

Ontem fui pra Paulista encontrar uma amiga para um almoço. Eu precisava estar lá às 14h, então saí de casa antes antes das 12h30. Caminhei até o ponto de tróleibus, sofri um pouco para encontrar um lugar que vendesse o bilhete, fui até o Jabaquara, de lá peguei o metrô até a estação Ana Rosa e fiz a conexão até o Trianon-Masp. Enquanto estava ainda na primeira parte da jornada,

126° DIA: DESVIRTUALIZANDO RELAÇÕES

Ah, mas a vida realmente surpreende! A gente fala tanto dos malefícios da internet, do quanto estamos vivendo mais nossa vida virtual do que nossa vida real, que ninguém tira mais os olhos da tela do celular, e isso tudo é mesmo verdade. No entanto, existe também o outro lado… Não apenas o lado dos benefícios óbvios como “nos comunicarmos mesmo estando em diferentes lugares do mundo”, “estar presente mesmo estando

122° DIA: RETOMANDO A ROTINA MATINAL

Eita, mas esse post saiu master atrasado!!! Já passou da meia-noite, mas como ainda estou sob efeito do jetlag, tô perdoada, né?  A segunda-feira chegou e eu acordei disposta a me dedicar à criação de uma nova rotina matinal: por conta das adaptações com o fuso horário (dessa vez tô sofrendo um pouquinho mais que o normal), dormi super tarde e acordei já perto das dez horas. Ainda assim, persisti

121º DIA: SAUDADE DOS NOSSOS DOMINGOS

Domingo na minha família sempre foi um dia especial. Por muitos anos, foi um dia totalmente dedicado à igreja e às programações de lá. Acordava às 8 da manhã pra ir pra Escola Dominical que acabava por volta das 11:30, então ia pra feira comer um pastel pra conseguir aguentar até que o almoço saísse (sempre tarde) e às 19h já tinha culto na igreja novamente. Na maioria das vezes

120º DIA: A ALEGRIA DE VOLTAR PRA CASA

Chegueeeeeeeeeeeeiiiiii!!!! 36 horas depois de pousar em São Paulo, estou finalmente pegando o computador (o do meu pai, porque o adaptador de tomada pelo jeito só na segunda-feira) pra atualizar o Crise dos 30. A viagem foi cansativa, como não poderia deixar de ser, mas chegar no aeroporto e ser recepcionada pelos meus pais e minha afilhada, com um sorriso lindo e o abraço mais gostoso do mundo, faz sumir