Vida na Nova Zelândia

72° DIA: POR QUE MINHA VIDA VIROU DE CABEÇA PRA BAIXO? - PARTE II

Eu constantemente me pego questionando se devo mesmo contar abertamente os meus problemas e as situações desafiadoras que a vida me traz. Minha tendência é imediatamente tentar ponderar, esperar e, principalmente, encontrar solução para tudo sozinha, mas sei que essa nem sempre é a resposta. No dia 19 de junho, quando publiquei o primeiro post do Desafio dos 222 Dias, mal sabia eu as histórias que eu iria contar. Na

69° DIA: DIA DE MUDANÇA - DESAPEGA!!!

Quem é que consegue dar conta de escrever textos em dia de mudança levanta a mão!!! Eu não consegui mas, conforme prometido, estou aqui!  Minha vida inteira cabe em duas malas de viagem e umas duas caixas de papelão, ainda assim, se eu disser o quanto de coisas tiramos dessa pequenina casinha de um dormitório ontem, ninguém acredita! Que necessidade é essa que os seres humanos têm de acumular coisas? Coisas

65° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “E EU LEVEI SÃO PAULO PRO OUTRO LADO DO OCEANO”

As primeiras semanas no emprego novo foram, claro, de adaptação, mas não foi nada muito complicado pois a verdade é que eu já me sentia em casa: eu dominava o assunto, tinha experiência de quase dez anos em Turismo e estava de certa forma aliviada por estar de volta em um ambiente onde eu me sentia confortável, desenvolvendo atividades que estavam certamente dentro da minha ‘zona de conforto’ (exceto na

63° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “O EMPREGO DOS SONHOS”

Meu primeiro ano na Nova Zelândia foi típico de uma intercambista (tirando o fato de que cheguei totalmente sem saber o que fazer e no meio do caminho, quando decidi esticar minha estada, me matriculei num curso de Business Management e troquei meu visto de turista por um de estudante): estudava meio período, trabalhava mais meio período, conhecia gente nova o tempo inteiro e saía pra badalar com os novos

61° DIA: RELATOS DE UMA INQUIETA – “E EU FUI PARAR NA NOVA ZELÂNDIA”

Não é fácil lidar com uma mudança forçada de planos. De uma hora pra outra, eu deixei de ser alguém que tinha três opções nas mãos e passei a ser, literalmente da noite pro dia, alguém que não tinha nenhuma. Eu simplesmente não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo comigo e perdi um tempo precioso discutindo com Deus e todas as forças do universo: eu não aceitava essa mudança de